domingo, 25 de fevereiro de 2018

Estilista Antonio Marras faz homenagem aos imigrantes na Semana de Moda de Milão

Com atores, bailarinas e uma trilha sonora de notas de piano, italiano inovou em seu desfile
Estilista Antonio Marras faz homenagem aos imigrantes na Semana de Moda de Milão | Foto: Marco Bertorello / AFP / CP
Estilista Antonio Marras faz homenagem aos imigrantes na Semana de Moda de Milão | Foto: Marco Bertorello / AFP / CP

  • AFP
Conhecido por suas colaborações com o teatro e cinema, o estilista italiano Antonio Marras convidou o público na sexta-feira, durante a Semana de Moda de Milão, a fazer uma viagem imaginária em um transatlântico com imigrantes de ontem e hoje. A história, contada em um pequeno folheto distribuído aos espectadores, com atores e bailarinas e uma trilha sonora de notas de piano, narra a vida de John Marras, um antepassado do estilista, que não se sabe se realmente existiu.
O estilista, que vive na ilha de Sardenha, quis fazer uma homenagem a todos os imigrantes, aqueles que partiram para os Estados Unidos no início do século XX, muitos deles italianos, assim como os que chegam hoje à Europa. Alguns modelos desfilaram usando apenas cuecas, lembrando os homens que deixaram tudo para atravessar o mar e alcançar seu sonho de ter uma vida melhor. "Na primeira classe viajavam homens de negócios elegantes e nobres cobertas de joias, na segunda classe comerciantes e mulheres em busca do príncipe encantado e na terceira era penas dor e angústia", explicou.
Para narrar esses mundos, ele propõe uma coleção eclética, com jaquetas masculinas elegantes, algumas com estampa Príncipe de Gales, e mulheres vestidas com rendas, joias, pérolas e tule. Tudo é impecável, rigoroso e elegante nesses viajantes que partem para novos destinos e sonhos.
Um toque de Cavalli 
A nova coleção outono/inverno da marca Cavalli, do estilista inglês Paul Surridge, teve um toque pessoal de seu fundador, Roberto Cavalli. O luxo sexy e boêmio, característico da marca, foi interpretada pelo novo diretor criativo, que confessa se inspirar apenas nos arquivos e desenhos do fundador. "A coleção questiona a noção do glamour moderno e o que isso significa", disse o estilista em entrevista antes do desfile.
"A confiança em si mesmo é, para mim, a chave para conseguir uma atitude sexy, mas é necessário se sentir feliz consigo mesmo. Sem isso, corre o risco de ser vulgar", disse. Surridge, inspirando-se em Cavalli, usou peles, estampas de animais, zebras, calças bordadas e casacos com um toque contemporâneo. Alguns looks são justos, mas sem cair na vulgaridade, já que são também urbanos.

Gigante dos chocolates Lindt processa empresa de Harvey Weinstein

Empresa suíça afirma que o produtor deve 133 mil dólares pelo não cumprimento de cláusulas contratuais
Festas anuais da The Weinstein Company eram patrocinada pela marca de chocolate | Foto: Arquivo AFP / CP
Festas anuais da The Weinstein Company eram patrocinada pela marca de chocolate | Foto: Arquivo AFP / CP

  • AFP
Uma das mais famosas empresas de chocolate do mundo é aparentemente a mais recente vítima no escândalo de Harvey Weinstein, iniciando um processo nos Estados Unidos contra a antiga empresa do produtor. A suíça Lindt & Sprüngli AG, comumentemente conhecida como Lindt, reivindica na ação judicial que a The Weinstein Company, agora à beira da falência, lhe deve 133 mil dólares pelo não cumprimento de cláusulas de um contrato de patrocínio no valor de 400 mil dólares.
Com vigência de anos, a fabricante de chocolates  o documento previa o apoio financeiros à tradicional festa após o Globo de Ouro que Weinstein realizava. Mas enquanto os eventos aconteceram como planejado em 2016 e 2017, a cerimônia não ocorreu em 2018, tendo em vista a enxurrada de denúncias que surgiu contra ele no fim do ano passado. A Lindt, demandando por uma quantidade não especificada de danos e violação de contrato, disse que havia perguntado desde dezembro pelo reembolso, acrescentando que a empresa havia prometido pagar a fatura, mas não conseguiu fazê-lo.
Mais 100 mulheres acusaram Weinstein de décadas de assédio e abuso sexual, e até mesmo estupro, o que levou à aniquilação de sua carreira e a um intenso debate nos EUA sobre esses crimes. Desde que o escândalo disparou em outubro, dezenas de processos civis foram trazidos contra Weinstein e a empresa que ele cofundou. Na sexta-feira, ele pediu desculpas a Meryl Streep por usar falas da atriz em seus documentos de defesa em um esforço para vencer uma ação judicial de ação coletiva contra ele, iniciada por Louisette Geiss, Katherine Kendall, Zoe Brock, Sarah Ann Thomas, Melissa Sagemiller e Nannette Klatt -, as quais afirmam que foram abusadas e assediadas sexualmente pelo homem.
O grupo também diz que o comportamento foi encoberto por um sistema de pessoas que trabalharam nos seus antigos estúdios Miramax e a Weinstein Company. Os advogados dele apresentaram uma moção para anular o processo argumentando que era "excessivamente moroso" e se aplicaria a "todas as mulheres que se encontraram com Weinstein, independentemente de ter alegado sofrer algum dano identificável. "Essas mulheres incluem, presumivelmente, Jennifer Lawrence, que disse a Oprah Winfrey que conheceu Weinstein desde que tinha 20 anos e disse que 'ele sempre foi legal comigo', e Meryl Streep, que afirmou publicamente que Weinstein sempre foi respeitoso com ela em sua relação de trabalho", escreveram no documento.

"Unsolved" recria investigações das mortes de Tupac Shakur e Biggie Smalls

Mais nova produção inspirada em crimes reais, série estreia na terça-feira, nos Estados Unidos
Marcc Rose e Wavyy Jonez interpretam respectivamente Tupac Shakur e The Notorious B.I.G. | Foto: Alberto E. Rodriguez / Getty Images North America / AFP / CP
Marcc Rose e Wavyy Jonez interpretam respectivamente Tupac Shakur e The Notorious B.I.G. | Foto: Alberto E. Rodriguez / Getty Images North America / AFP / CP

  • Correio do Povo
Os assassinatos de Tupac Shakur e Biggie Smalls não só tiraram do hip-hop dois de seus principais artistas, mas também resultaram em alegações de conspiração, desvelando rivalidades sangrentas e corrupção policial. Mais de duas décadas depois, com os responsáveis pelas mortes ainda em liberdade, os casos estão sendo revisados em "Unsolved: The Murders of Tupac and the Notorious B.I.G.", uma minissérie em dez partes que estreia na próxima terça-feira, nos Estados Unidos.
Christopher George Latore Wallace, mais conhecido por seus nomes artísticos The Notorious B.I.G., Biggie, ou Biggie Smalls, morreu aos 24 anos em um tiroteio enquanto visitava Los Angeles em 9 de março de 1997, seis meses depois de Tupac, então com 25 anos, ter sido assassinado a tiros em Las Vegas. Esta nova produção narra as investigações separadas dos detetives Greg Kading (Josh Duhamel) e Russell Poole (Jimmi Simpson), com Marcc Rose repetindo o papel como Tupac - ele interpretou o rapper na cinebiografia "Straight Outta Compton: A História do N.W.A." -, enquanto o novato Wavyy Jonez vive Biggie.
"Com todas as outras histórias sobre Biggie e Tupac, até agora, é como se alguém dissese 'Esta é a verdade'. Todo o restante é negado e vilipendiado", disse Simpson durante um coquetel de apresentação do show em Hollywood. "Oferecemos quatro caminhos para a verdade, e quando você as vê juntas, entenderá o que aconteceu. Finalmente o que realmente ocorreu está sendo revelado em 'Unsolved'", completou. Os artistas retratados permanecem até hoje entre os personagens mais emblemáticos do rap, com fãs de todo o mundo atraídos por sua franqueza emocional, se estilo teatral, seu jogo de palavras inventivo e sua boa entrega vocal.
Conspiração

Sob os nomes de 2Pac ou Makaveli, Tupac tornou-se uma das figuras mais identificáveis ??na cena do início dos anos 90 da Costa Oeste. Ele começou uma amizade com Biggie, levando o rapper mais jovem debaixo da asa, mas os dois caíram. Muitos acreditam que foram mortos como parte de uma rivalidade entre seus rótulos de música, a Death Row (criada por Suge Knight em Los Angeles) e a Bad Boy Entertainment (de Nova Iorque), embora alguns historiadores da música digam que a disputa foi exagerada por razões comerciais.
Chegando na sequência de várias antologias que se propõem a reconstruir notórios "crimes verdadeiro" dos anos 1990, "Unsolved" é a primeira produção de TV que narra a morte dos dois. No entanto, ambos foram objeto de inúmeros documentários e apareceram como personagens em diferentes filmes, notadamente "All Eyez On Me", do ano passado, e "Notorious", de 2009. A nova série segue Kading enquanto ele monta uma força-tarefa para revisitar as investigações lideradas por Poole, dez anos depois da morte de Biggie.
O Poole da vida real, que nunca foi capaz de superar o caso e e faleceu em 2015, obcecado por "tentar descobrir por que a justiça não foi atendida", disse Simpson. O detetive afirmou tanto no documentário de 2002 "Biggie e Tupac", de Nick Broomfield, como no livro "LAbyrinth" publicado no mesmo ano em que o Departamento de Polícia de Los Angeles conspirou para encobrir a conspiração de Knight para matar Tupac e Biggie.
Knight, que está numa prisão no centro de Los Angeles desde 2015, aguardando julgamento por homicídio em outro caso, sempre negou envolvimento na morte dos rappers. Já oficial corrupto David Mack, que passou três anos pelo roubo de um banco, foi nomeado em um processo de morte por negligência da família de Biggie como um dos três oficiais que conspiraram para assassinar o rapper. A ação foi arquivada em 2010.
Para a trilha sonora da série, o supervisor de música Lyah LeFlore trouxe a bordo Easy Mo Bee, um dos produtores do álbum de estreia de Biggie, "Ready to Die" (1994), que também trabalhou em "Me Against the World" (1995), de Tupac. "Tupac era uma estrela global quando ele tinha 22, 23 anos. Já a estrela de Biggie estava apenas começando a realmente brilhar. Ver o impacto des suas mortes e o vazio que ainda sentimos 20 anos depois é um testemunho da arte e da resiliência da ótima música deles", afirmou.

Gleisi critica demora do STF em julgar habeas corpus preventivo

Presidente do PT acredita que órgão máximo da Justiça irá aguardar a decisão do TRF-4
Gleisi acredita que o STF não irá julgar o pedido antes da decisão do TRF-4 | Foto: Sérgio Silva / Partido dos trabalhadores / Divulgação / CP
Gleisi acredita que o STF não irá julgar o pedido antes da decisão do TRF-4 | Foto: Sérgio Silva / Partido dos trabalhadores / Divulgação / CP

  • AE
A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), afirmou neste sábado não acreditar que o Supremo Tribunal Federal (STF) julgue o habeas corpus preventivo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a tempo de evitar uma prisão do petista. Em seminário realizado em Brasília e transmitido pelas redes sociais, a senadora criticou a "demora" do STF em pautar o pedido de Lula, que está na Corte.
A defesa do petista tenta no STF evitar uma prisão antes do processo transitar em julgado, ou seja, chegar ao Supremo. O pedido já foi negado pelo ministro Luiz Edson Fachin, que enviou o caso ao plenário. A decisão de pautar o assunto cabe à presidente da corte, Cármen Lúcia.
"A gente não consegue que o Supremo Tribunal Federal se manifeste sobre o habeas corpus que está lá, que pelo menos paute isso e se manifeste contra ou a favor", comentou a presidente do PT. "Eu acho que a tendência é eles deixarem o TRF-4 julgar os embargos e aí confirmar a sentença", completou. No Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), os advogados do petista entraram com embargos de declaração para questionar o julgamento que confirmou sua condenação e aumentou a pena para 12 anos e um mês de prisão, em janeiro.
Se a apelação for negada, a prisão poderia ser decretada na sequência, antes de recursos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao STF. Para Gleisi Hoffmann, não basta à Lava Jato impedir que Lula dispute a eleição presidencial, condenando o petista em segunda instância, mas "tem que prender para humilhar".
Admitindo a possibilidade de o ex-presidente ficar de fora da eleição, a senadora afirmou que a defesa do PT vai além de uma candidatura. "Nós queremos o Lula candidato, o PT quer, acredita nisso e vai lutar por isso, mas a candidatura do Lula, o direito de ser candidato, representa toda essa luta que estamos fazendo, essa resistência consubstancia isso, porque se não nós vamos ter uma eleição manietada".

Entidades protestam em Porto Alegre contra transporte de animais vivos

Manifestação reuniu dezenas de pessoas no Centro da cidade
Entidades protestam em Porto Alegre contra transporte de animais vivos  | Foto: Mauro Schaefer
Entidades protestam em Porto Alegre contra transporte de animais vivos | Foto: Mauro Schaefer

  • Jessica Hubler
Diversas entidades de ativistas que atuam em defesa dos animais se reuniram e realizaram um protesto, no início da tarde deste sábado, contra o transporte de animais vivos em navios. A manifestação, que reuniu dezenas, ocorreu no Largo Glênio Peres, no Centro de Porto Alegre. Todos os manifestantes vestiam preto, em luto, pela decisão da Justiça liberou toda a exportação de gado vivo do Brasil, no início de fevereiro, permitindo um transporte de mais de 25 mil bois vivos para a Turquia. O navio que levou 16 dias para chegar ao país euro-asiático, saiu do porto de Santos, em São Paulo.
Quem passava pelo local pôde observar diversos cartazes com sobre a exportação de carga viva, considerada pelos ativistas como uma ação "cruel e desnecessária". Além dos cartazes, um grupo também demonstrou, através de uma peça teatral, como os gados são tratados durante estes transportes. Conforme uma das organizadoras do protesto e integrante da organização Ativistas Unidos, Ativismo Vegano (Atu Ativeg), Juliana Coube, o evento é mundial e aconteceu inclusive na Turquia. 
"Essas vidas são importadas daqui, burlando e driblando todas as leis de bem-estar animal e, já que existe a legislação, ela precisa ser cumprida. Isto não tem ocorrido. Nosso objetivo é despertar a sociedade para o que está acontecendo", disse. Segundo Juliana, as entidades querem que este tipo de transporte seja banido pela Justiça. "Não concordamos com nenhum abate, sabemos que não há alternativa com menos sofrimento para os animais, pois eles são sencientes, ou seja, eles são capazes de sentir sensações e sentimentos de forma consciente), no exterior os animais são mortos das piores formas, é muito diferente do que é feito no Brasil", ressaltou.
Opinião com informação 

Para o diretor-geral da Vanguarda Abolicionista, Marcio de Almeida Bueno, é preciso levar para a população uma "opinião aliada à informação". "A maioria das pessoas desconhece uma série de questões da chamada exploração dos animais não humanos, que é o que nós estamos denunciando faz tempo, mas agora culminou com a questão que ocorreu em Santos", destacou. Conforme ele, este é o momento de questionar se a crueldade deve ocorrer. "Se fosse um cachorro seria um crime, se fosse um urso panda seria horrível, mas se for um gado está tudo bem. Os animais não podem esperar", desabafou.
Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as exportações do agronegócio atingiram 6,16 bilhões de dólares em janeiro deste ano, em alta de 4,9% sobre os 5,87 bilhões de dólares do mesmo mês no ano passado.

Segunda edição da Feira do Aeromóvel mobiliza produtores em Porto Alegre

Shows e exposição de fotografias foram atrações na praça Júlio Mesquita
Segunda edição da Feira do Aeromóvel mobiliza produtores em Porto Alegre | Foto: Mauro Schaefer
Segunda edição da Feira do Aeromóvel mobiliza produtores em Porto Alegre | Foto: Mauro Schaefer

  • Jessica Hubler
A segunda edição da Feira do Aeromóvel foi realizada na tarde de sábado, na praça Júlio Mesquita, em frente à Usina do Gasômetro, no Centro de Porto Alegre. Com diversas tendas alinhadas embaixo dos trilhos do Aeromóvel desativado, estrutura que permanece no local, o público pôde conferir trabalhos manuais de produtores locais como artesanatos, confecções exclusivas, marcas autorais e também experimentar cervejas artesanais que são produzidas na Capital, acompanhadas de lanches diferenciados dos food trucks. Também ocorreram shows musicais e uma exposição de fotografias que registram a cidade por diversos ângulos.
Além do estímulo da economia criativa e local, um dos organizadores, Rafael, Ferretti, disse que a proposta da Feira do Aeromóvel vai além e busca dialogar com moradores e frequentadores da região Central da cidade sobre a ocupação dos espaços públicos. Morando em frente à Praça Júlio Mesquita, Ferretti acompanhou todo o processo de revitalização da área e percebeu que, apesar do ambiente ter sido repaginado fisicamente, não havia nenhum projeto de ocupação daquele espaço remodelado.
"A proposta desde o início foi fazer uma feira que fosse diferente, que abordasse além do incentivo à economia criativa, à arte e à cultura, que também trouxesse um debate sobre a ocupação dos espaços públicos. É muito importante compartilhar experiências e debater formas deste uso", disse. A primeira edição do evento ocorreu em 2 de dezembro de 2017. De acordo com uma das organizadoras, Jade Primavera, a intenção é incentivar a economia local.
"Não aceitamos importações na feira, somente produtores locais. Tivemos, da primeira para a segunda edição, um aumento considerável no interesse das pessoas pelo evento", ressaltou. Segundo ela, na segunda edição participaram em torno de 40 expositores, mais marcas de cervejas artesanais e food trucks. Na primeira edição foram 60 expositores. "Fizemos a feira um pouco maior do que deveria, vimos que estava um pouco acima do aceitável, estamos buscando agora um número realista de expositores para que a gente possa lidar", explicou.

Corridas encerram temporada de verão do Sesc

Crianças roubaram a cena na competição e correram sob aplausos de pais e familiares
Corridas encerram temporada de verão do Sesc  | Foto: Fabiano do Amaral
Corridas encerram temporada de verão do Sesc | Foto: Fabiano do Amaral

  • Mauren Xavier
erca de 800 participantes correram na praia de Atlântida Sul no final da tarde de sábado. A atividade marcou o início do Circuito Sesc de Corridas, que já conta com 18 etapas classificatórias ao longo do ano e a grande final em Torres, em dezembro. O evento também o encerramento das ações da Estação Verão Sesc 2018 nas praias gaúchas. Assim, o clima de festa não poderia ter sido maior.
A corrida foi dividida em cinco categorias: infantil de 1km e 2km e adulto 3km, 5km e 10km. E se a prova ocorreu na praia, a beira mar também esteve incluída no trajeto, para a felicidade de quem estava acompanhando os corredores e os veranistas em geral. Assim, após a largada, os competidores seguiam pela avenida de asfalto e depois cumpriam parte do roteiro pelas areias. Como o circuito conta com rankings individual e por equipe e a pontuação é acumulada ao longo das provas, os campeões só serão conhecidos ao final do circuito.
Mas quem roubou a cena na competição foram as crianças. Sem competição, elas cumpriram a prova sob aplausos dos pais e familiares e, muitas superaram limites. Teve quem contou com a ajuda da mãe corredora, quem precisou de um incentivo a mais para conseguir suportar o cansaço e chegar ao final da prova, e teve quem correu com os pés no chão. Tudo isso em um grande clima de confraternização, que foi coroado com medalha de participação.
Já as unidades do Estação Sesc, instaladas em 11 localidades no litoral norte e sul, concluíram a programação neste domingo. Mas já é possível comemorar. Segundo o gerente de esportes do Sesc no RS, Marcelo Afonso, apesar de o balanço não ter sido concluído, as metas foram atendidas. “Superamos as expectativas. Acreditamos que um fator diferenciado foi o de oferecer uma opção de lazer, mesmo quando o tempo não ajudava”, explicou. Isso porque as unidades da Estação continham tanto atividades na beira da praia, como exercícios físicos e dança, vôlei de praia, frescobol entre outras. “Nossa finalidade é promover o bem-estar e se conseguimos despertar um pouco esse interesse, já atingimos o nosso objetivo”, comentou.